A solidão que me procura, arrasta-mePara os jardins proibidos da serenidade,
Traiçoeira como a tua própria indiferença
Que chacina as vontades reprimidas...
Na dor, encontrei a beleza efémera
De momentos carnais consumados a dois,
Alimentados pelos desejos vãos
Da inatingível união eterna...
A renunciada perseguição do amor
Extinguiu a loucura insensata,
Das vontades que me cegavam a alma
E me ausentavam de ti.
19/02/2005
Sem comentários:
Enviar um comentário