Esta agonia que vive em mim,Que fere, que mata,
Parece uma história sem fim
Vivida num bairro de lata.
Desejos, que feitos de dor
Se espalham ao vento,
Pois tantos são os gritos de amor.
As forças... roubadas
Por tantas asneiras vividas,
São águas passadas...
Fraquezas na pele sentidas.
De nada me vale esperar
Se nada depende de mim,
Não vais entender o olhar
De quem está perto do fim.
27/07/2003
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