quarta-feira, 14 de maio de 2003

CERTEZA

De porta fechada, a mente
Divaga,
É um dilúvio de dor
Que me afaga.

Vinda do nada
Atravessa o tempo
e rouba o meu sonho...
E pergunto p'ra quê?
Nada... p'ra nada.

Porque jamais eu terei
Tudo o que ao longo da vida
Estraguei.

Mas o que ninguém me dará
É algo que um dia
Eu e tu encontramos, quiçá...

E nada é tão certo,
Nada é mais certo do que esta saudade,
Que destrói o momento
Que pode ser teu!
Que pode ser meu...

Porque esta saudade que vive aqui,
Respira a certeza
Que sente de ti.

14/05/2003

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